CAPÍTULO 116 — O RECOMEÇO QUE NASCEU DO CAOS
O sol da manhã cortava o céu em tons alaranjados quando Camila atravessou o saguão do aeroporto, coberta por um casaco escuro, óculos grandes e passos apressados.
Ela segurava o passaporte falso com tanta força que seus dedos estavam brancos.
Os olhos inquietos buscavam cada sombra, cada rosto desconhecido.
— É só passar do portão de embarque… — ela murmurou para si mesma. — E tudo recomeça.
O voo internacional já estava embarcando.
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