Melinda
Respirei fundo tentando segurar o choro quando Hernandez perguntou:
– Tu tá bem?
– Não! – respondi, passando a mão no pescoço.
Ele suspirou.
– Vou mandar te levar pra casa.
– Casa? Nem pensar. Eu vim pra festa. – falei firme.
– Melinda… – ele me encarou sério.
– Eu devo ir ou não? – soltei um riso fraco e nervoso. – Eu matei o Pesadelo, pô.
Peguei minha bolsa do chão e saí andando até o salão da festa. A música alta bateu no meu peito, mas minha cabeça tava longe.
Sentei no balcão do b