Capítulo 63

Melinda Narrando

Júlia abre a porta! – digo esmurrando a porta.

– Não quero sair – ela falou.

– Comigo não existe essa palavra “não sair”, vai ficar na deprê por causa daquele macho escroto? – falei cruzando os braços.

– Olha quem fala – ela gritou.

– Magoou sua piranha! – falei com voz de choro.

– Tá bom, sua chata! – ela falou abrindo a porta. Manas… a coisa tava FEIA. A menina tava com o cabelo parecendo um ninho de rato, a blusa dava pra ver o bico dos peitos e a parte de baixo… nem vou comentar, uma catástrofe completa.

– Gente, alguém viu a Júlia? – perguntei.

– Para! – ela falou chorando com um pote de sorvete na mão.

– Desculpa! Amigas, vocês podem ir na frente, já já nós duas alcançamos vocês – digo pras meninas.

– Eu não vou, eu tô péssima, olha o tamanho dos meus peitos, ai meu Deus, eu sou a baleia assassina, olha minha bunda – ela falou olhando pro espelho.

– Júlia, tu tá grávida! – revirei os olhos.

– Puta merda, é mesmo! – ela falou detonando o pote de sorvete.

– Hahaha
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