Melinda Narrando
Júlia abre a porta! – digo esmurrando a porta.
– Não quero sair – ela falou.
– Comigo não existe essa palavra “não sair”, vai ficar na deprê por causa daquele macho escroto? – falei cruzando os braços.
– Olha quem fala – ela gritou.
– Magoou sua piranha! – falei com voz de choro.
– Tá bom, sua chata! – ela falou abrindo a porta. Manas… a coisa tava FEIA. A menina tava com o cabelo parecendo um ninho de rato, a blusa dava pra ver o bico dos peitos e a parte de baixo… nem vou com