A manhã corria normalmente no café. O cheiro de pães recém-assados e o movimento constante de clientes enchiam o ambiente de vida. Cecília estava concentrada em anotar um pedido quando sentiu um arrepio súbito, uma estranha pressão no peito. Ao levantar os olhos, viu a figura que menos esperava.
Parado próximo ao balcão, com o olhar cansado mas ainda penetrante, estava seu pai. Cecília congelou, surpresa e assustada. Sabia, no fundo, que não era coincidência ele estar ali.
— Pai... o que está f