No dia seguinte, enquanto arrumava o bar para abrir, Júlia percebeu que a amiga estava mais pensativa que o normal.
— Tá tudo bem? — perguntou, puxando uma cadeira para se sentar perto dela.
— Sei lá, Júlia… — Cecília suspirou, passando a mão no cabelo. — Ontem, depois que ele me levou pra casa, Enrico sugeriu que eu fosse morar com ele.
Júlia abriu os olhos, surpresa.
— Sério? E o que você falou?
— Que não ia rolar. Que é cedo demais, que eu não quero perder minha independência. Ele falou que