A luz suave da manhã entrava pelas frestas da cortina, espalhando um brilho dourado pelo quarto. Enrico já estava de pé, a toalha pendurada nos ombros, enquanto ajeitava a gravata em frente ao espelho. Cecília ainda estava na cama, o cabelo bagunçado, a pele quente contra o lençol, observando-o em silêncio.
— Você acorda cedo demais — murmurou ela, a voz rouca de sono.
Ele virou-se, deixando escapar um meio sorriso. — Ou você que acorda tarde demais.
Cecília se espreguiçou preguiçosamente, deix