A câmara ancestral parecia respirar junto com as chamas azuis que dançavam sobre as paredes de pedra. Cada símbolo esculpido emitia uma luz pálida, como se reconhecesse a linhagem de Lysandra e aguardasse há séculos por aquele momento. No centro, os espíritos de Helena e dos guerreiros antigos os observavam com olhos luminosos, corpos feitos de névoa e saudade.
Aric apertou o punho ao lado dela. Seus olhos dourados refletiam as luzes tremeluzentes.
— Precisamos começar antes que Viktor perceba