Matteo segura meu rosto com as duas mãos antes mesmo que eu consiga responder. Seus polegares enxugam minhas lágrimas com um cuidado que contrasta violentamente com o lugar onde estamos.
Ele inclina a cabeça e deposita um beijo firme e demorado na minha testa. Não é pressa. É promessa.
— Nós temos que ir — ele diz em voz baixa, mas absoluta. — Ainda precisamos encontrar o don antes de sairmos daqui.
Meu corpo enrijece com a palavra.
— Matteo… — minha voz sai fraca. — Eu não quero ver esse h