O carro avança pela estrada como se o mundo tivesse finalmente nos dado passagem.
As luzes da cidade ficam para trás, e à nossa frente só existe o escuro pontilhado por estrelas. Matteo dirige com uma mão firme no volante e a outra entrelaçada à minha. Ainda uso o vestido da festa, agora mais simples, mas continuo me sentindo a mulher mais importante do mundo.
— Para onde estamos indo? — pergunto, apoiando o queixo em seu ombro.
Ele sorri de lado, aquele sorriso calmo que só aparece quando não