Eu alcanço a porta.
Empurro com toda a força que ainda me resta, o corpo já no limite, e o ar frio da noite bate no meu rosto como uma promessa de salvação. Meus pés cruzam o limite da saída e, por um segundo desesperador, eu acredito que consegui.
Mas então—
Uma mão agarra meu braço com violência.
— ACHOU QUE IA FUGIR DE MIM? — a voz de Lucien explode atrás de mim.
O mundo gira quando ele me puxa para trás. Perco o equilíbrio, o ar foge dos meus pulmões num soluço seco. Tento me soltar, chuto,