Meu coração ainda está disparado quando a porta da cela se fecha atrás de mim com um estrondo metálico. O som ecoa pelo corredor úmido, como um aviso: você está sozinha.
Respiro fundo. Uma, duas vezes.
Chorar não vai me tirar daqui. Pensar pode.
Olho ao redor da cela com atenção agora, não mais como uma prisioneira desesperada, mas como alguém que precisa sobreviver. As paredes são sujas, descascadas. O colchão fino, jogado no chão. No canto, o banheiro improvisado: um vaso antigo, uma pi