O ambiente tinha um ar silencioso, quase contemplativo, até que a voz de Samara rompeu a calmaria.
Ela, com o coração em turbilhão, havia decidido perguntar o que tantas vezes lhe corroía a mente.
— Posso lhes fazer uma pergunta? — disse, olhando em volta.
As concubinas entreolharam-se, como se aquela ousadia fosse ao mesmo tempo proibida e excitante. Ninguém costumava questioná-las; ninguém ousava falar daquilo que era velado. Samara, no entanto, vinda de um mundo distante, não tinha medo de t