Ele a observava com a mesma intensidade que um poeta contempla o nascer do sol no deserto: uma devoção silenciosa, ardente, arrebatadora. Seus olhos eram chamas, e seus lábios desenharam um sorriso lento, carregado de desejo e reverência.
Khaled aproximou-se, o corpo másculo impondo-se com soberania. Cada passo dele ecoava no coração de Samara como um tambor de guerra, mas, ao mesmo tempo, como uma melodia que seu corpo ansiava dançar. Quando parou diante dela, abaixou-se, a altura de seus olho