O silêncio reinava no quarto dourado, quebrado apenas pelo som acelerado da respiração de Samara. O coração batia em disparada, como se quisesse rasgar-lhe o peito, e suas mãos trêmulas ainda seguravam os lençóis da cama imensa, como se aquele tecido fosse sua última barreira de defesa contra o homem que se aproximava.
Khaled havia se despojado da túnica branca. O corpo másculo, perfeito em cada traço, impôs-se diante dela. Ombros largos, músculos definidos que se moviam como obra-prima da próp