A respiração de Samara era curta, como se o ar se recusasse a entrar em seus pulmões. O desespero a movia mais do que a razão. Caminhava pelos corredores dourados do palácio, os pés firmes, mas o coração em frangalhos. As lágrimas, já tantas vezes derramadas em silêncio, agora eram engolidas com amargura. Não podia mais se esconder, não podia mais esperar que alguém viesse salvá-la. Precisava agir. Precisava enfrentar o homem que a mantinha enjaulada naquela prisão luxuosa.
Reuniu toda a corage