O choro de Samara ecoava no vasto salão como uma súplica que não encontrava resposta. Ela permanecia ali, caída sobre o chão frio, as mãos cobrindo o rosto, o corpo curvado pela dor e pelo desespero. Cada lágrima que escorria trazia consigo uma confissão de medo, de impotência, de revolta.
Khaled observava.
O homem que jamais se permitira ser tocado pela fragilidade de uma mulher sentia, naquele instante, um nó apertar sua garganta. Recordou-se brevemente das irmãs, ainda meninas, chorando dian