A carta de Amélia repousava sobre a mesa de madeira como um artefato sagrado — um pedaço de passado que finalmente encontrara seu caminho até o presente. Theo ainda não havia conseguido ler tudo em voz alta. A emoção lhe travava a garganta em intervalos irregulares, e Eleanor permanecia ao seu lado, silenciosa, respeitando os espaços que ele precisava para processar.
Halley os deixara sozinhos, recolhendo-se discretamente ao quarto nos fundos. A noite descia sobre Oakmere, e o interior do chalé