O ranger dos degraus continuava, lento e constante. Alguém estava descendo. Theo pressionou o dedo contra os lábios, indicando silêncio, e Eleanor assentiu, os olhos arregalados, a respiração contida. O velho armário de metal em que se escondiam exalava um cheiro de ferrugem e mofo, e cada segundo parecia esticar a tensão dentro deles até o limite.
Os passos pararam.
Um som sutil de papel sendo mexido. Alguém estava remexendo os arquivos que eles haviam deixado parcialmente fora da caixa. Theo