Naquela noite, Ayla saiu do hospital exausta após um turno de 12 horas. Salvara um idoso de uma parada cardíaca, intubou uma criança com asma grave. E após tudo isso, era hora de voltar para sua casa.
Caminhara a passos lentos, sem pressa de chegar, não tinha mais a mãe, nunca teve o filho, voltar para a solidão era sufocante demais.
Olhou para trás e viu carro preto. Os faróis altos. A velocidade cada vez menor. Apertou um pouco o passo. Um mal presságio subiu por sua espinha em forma de calaf