Liana deu um passo para trás, o bilhete ainda amassado na mão, quando os olhos amarelos dentro da mata avançaram um pouco, revelando movimento entre as sombras. Um rosnado profundo cortou o ar frio, fazendo os pelos de sua nuca arrepiarem.
— D-Dante? — tentou chamar, com a voz falhando.
Nada.
Outro rosnado.
Mais próximo.
Mais faminto.
A ruiva cambaleou para trás, o coração disparando.
— Tem alguém aí? — perguntou, ainda com esperança de que fosse apenas um animal. — Por favor… eu…
Então, de u