Amélia se levantou com dificuldade, ajeitando a blusa amassada e sentindo a irritação ferver no peito.
Ela odiava ser ignorada, e odiava, acima de tudo, ser tratada como se não fosse absolutamente nada.
— Você só pode estar brincando… — murmurou, passando a mão pelo cabelo enquanto girava o corpo, pronta para ir atrás do homem bonito e estranho que simplesmente tinha ido embora sem pedir desculpas, sem ajudar, sem sequer olhar para trás.
Ela abriu a boca para gritar.
Para xingar.
Para causar.
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