— Eu não vim pra te convencer. Vim pra pedir. De joelhos, se for preciso. Me deixa tentar. Me deixa mostrar que eu posso ser melhor.
As palavras dele ecoaram dentro de mim como uma prece desesperada. Eu podia sentir — não só nas palavras, mas nos olhos, na respiração trêmula, no jeito como ele segurava as mãos, como se tudo nele estivesse implorando. E, mesmo que meu coração ainda sangrasse com tudo o que aconteceu, mesmo que a mágoa ainda morasse em cada canto do meu peito… havia algo mais