Acordamos com o som dos sinos da igreja da vila. Um som suave, que parecia dançar pelo ar como uma música antiga. A luz da manhã invadia o quarto pelas janelas abertas, e Max estava deitado ao meu lado, de olhos fechados, mas com um sorriso tranquilo nos lábios. Um sorriso de paz.
Demorei alguns minutos só para observá-lo.
Era estranho pensar que aquele homem ali, de respiração calma e expressão serena, já foi o mesmo que um dia me olhou com desconfiança, com orgulho ferido, com raiva. Hoje, tu