— E ele… ele se mexe muito?
— Às vezes parece que tem um time de futebol inteiro aqui dentro — falei, passando a mão carinhosamente sobre a barriga. — Principalmente à noite. Mas agora, com você aqui...
Parei. Porque naquele exato momento, senti.
— Ai… — sussurrei, com os olhos arregalados e a respiração prendendo por um segundo.
— O quê? — Max perguntou, alarmado.
Segurei a mão dele, sem pensar, e a coloquei sobre a minha barriga, exatamente no ponto em que o movimento tinha acontecido.
— Ele.