ISABELLA
Não há tempo no escuro.
Apenas o som do metal arranhando o chão e o gotejar constante de algo que parece água… mas não é.
Cheira a ferrugem e sangue.
As correntes marcam meus pulsos.
O ferro frio corta a pele, lembrando o que é ser prisioneira.
Mamãe está presa na parede oposta, o rosto machucado, mas o olhar ainda é o mesmo — cortante, vivo, perigoso e acima de tudo, atento.
Depois do acidente, Levi disse que nos manteria “em segurança”.
A palavra certa seria em silêncio.
Desde então,