A estrada de terra terminava num portão de madeira com dobradiças cansadas. Depois dele, o caminho se estreitava entre bananeiras, bromélias e um silêncio denso que parecia absorver o som do motor. Aline mandou desligar os faróis antes da curva final. O sítio surgiu como uma lembrança teimosa: casa de madeira num patamar de barro batido, telhas antigas, varal torto, um galinheiro vazio e um galpão lateral que devia ter servido de oficina. Havia cheiro de mofo e mata molhada. Havia também a sens