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CAPÍTULO 107 – ENTRE SILÊNCIOS E RESPIROS

O casarão amanheceu úmido, como se a noite tivesse lavado a poeira das paredes. A chuva fina batia no telhado com um ritmo paciente, e o cheiro de terra molhada entrava pelas frestas das janelas. Eduardo estava acordado desde antes do claro, sentado no peitoril, olhando o quintal ralo onde as folhas de eucalipto brilhavam. Um pardal atrevido pousou no fio e sacudiu as asas, indiferente à guerra que dormia ali dentro.

Aline roncava baixo no sofá, uma manta xadrez até o queixo e o joelho enfaixad
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