Noite na fazenda, frente da sede – clima tenso, amargo
Bruno estacionou o carro sob o céu russo encoberto, a neblina escorrendo devagar entre os galhos das árvores como véus de um passado que insistia em rondar Amanda. Ele deu a volta no carro, abriu a porta para ela com o cuidado de quem protege um diamante raro. Amanda desceu, envolta em seu sobretudo escuro, e os dois caminharam em silêncio até a varanda da sede.
Na porta, ela parou.
Bruno a fitou por um instante. Os olhos verdes dele buscav