Mais tarde, no quarto…
Sozinha novamente, Amanda encarava o espelho. O reflexo que via não era só dela — era da mulher que Ana havia moldado. Mas algo mudava em seus olhos: a consciência de que estava traçando o próprio caminho.
Ela abriu a gaveta da cômoda e tirou uma caixinha de veludo escuro. Dentro, uma pequena fivela de prata, antiga, com o brasão dos Duarte. José a tinha dado junto com o cavalo no seu aniversário de 15 anos.
Ela prendeu o cabelo com a fivela, respirou fundo, e sussurro