Amanda acordou lentamente, sentindo o calor suave de um abraço que era abrigo. Abriu os olhos devagar e notou que ainda estava deitada sobre o braço de João. O silêncio da sala era quebrado apenas pelo leve som da cidade ao longe, abafado pelas janelas duplas.
João mexia no celular com a outra mão, digitando com calma, sem pressa — como se cada segundo ali fosse precioso demais para se apressar.
Ela ergueu a cabeça com delicadeza, ajeitando os cabelos e piscando para se ajustar à luz.
— "Descul