O carro preto atravessou o longo caminho ladeado por ciprestes e roseiras podadas com perfeição. Quando a caminhonete cruzou os portões da fazenda Duarte, um dos empregados acenou em saudação silenciosa, já avisando pelo rádio a chegada dos patrões.
Na varanda ampla da casa principal, o aroma de café fresco misturado ao som distante dos cavalos nos estábulos criava um ambiente calmo, quase ilusório — como se o mundo lá fora não existisse.
Ana estava sentada à cabeceira da grande mesa da varanda