O olhar dela suavizou, mas o fogo não diminuiu.
Os dedos de Liandra desceram, encontrando a barra da camisa dele. Em um movimento breve, firme, ela começou a levantá-la, como se qualquer tecido entre os dois fosse um insulto àquilo que precisavam.
Rafael hesitou por um segundo, mais por reflexo do controle de anos do que por vontade real.
Ela percebeu.
— Eu... — disse, lendo o silêncio dele. —E eu preciso de você.
A frase pousou nele com o peso exato que deveria ter.
Era a forma mai