— Desculpa, Paolo… — murmurou Luísa. — Mas eu não posso te amar assim.
Por mais que Paolo quisesse ajudá-la, Luísa não concordava com os meios violentos utilizados pelo mafioso. Não poderia permitir que o amor se tornasse sinônimo de violência, mesmo que disfarçada de cuidados. Ela cerrou os olhos.
Arrastando os passos, Luísa entrou no banheiro e ali agachou-se lentamente, buscando o chão para se apoiar. Completamente vulnerável, permitiu-se chorar.
O som de seus próprios soluços se tornava