Luísa ouviu a porta bater com força assim que saiu, e apressou o passo pelo corredor espaçoso do segundo andar.
Foi direto para o quarto, onde costumava dormir com o filho, girou a chave na fechadura e verificou se Enzo ainda dormia serenamente. Deitou-se ao lado da criança, esticando o corpo cansado sobre a cama, enquanto lutava contra o sono que ameaçava vencê-la. Fitava a porta, à espera de qualquer movimentação, mas Paolo não apareceu.
A exaustão começou a dominar seus sentidos; as pálpebr