“Entre o que eu sinto e o que eu mostro, há sempre uma porta automática.” — (Anotação de R.)
Cheguei ontem à noite em Split. Dormi mal, acordei pior. O que mais me incomodava era o silêncio de Matheo. Ele sabia que eu tinha chegado — Dayse avisou, os contratos empresariais pedem atualizações, as notícias circulam rápido. Ele sabia. E ainda assim, nada. Nem um "bem-vinda". Nem uma mensagem qualquer.
“Quer o quê, Matheo? Que eu peça para você me esperar enquanto arrumo um passado que não cabe num