A barriga de Dayse inchava inexoravelmente, transformando cada gesto cotidiano em uma árdua provação, seu próprio corpo uma prisão viva. Cada dia era uma sucessão de pequenas mortes: o levantar-se tornara-se um martírio; respirar, uma luta constante contra a opressão de si mesma; dormir, um tormento que beirava a tortura.
O peso que carregava não era apenas físico — era simbólico, existencial. Um lembrete cruel de tudo o que lhe fora tirado, do que fora obrigada a se tornar.
A gestação avançava