Dentro da mansão, a atmosfera havia se transformado; não parecia mais uma casa comum, mas sim um intricadíssimo relógio. Cada batida do coração era como um lembrete pulsante, e cada degrau soava como um tique-taque silencioso, ecoando pela desolada estrutura.
Dayse sentia a passagem do tempo como se estivesse presa em uma armadilha invisível.
Naquela manhã, Luna apareceu à porta do quarto, seu semblante habitual de frieza, inspirando em Dayse um arrepio súbito, mas algo estava claramente difere