Mundo de ficçãoIniciar sessãoEu sou Valka rainha de Blythe onde cada ser humano tem sua própria magia e eu sou a mais poderosa do reino. entretanto fui traida, e também morta pelo meu irmão mais velho um fraco e um verdadeiro lixo pra casa de umbra,eu tinha um vida linda ou achava que tinha, depois que fui presa descobri que tudo foi armado, nem meu noivo ou amigos que achei que tinha ficaram ao meu lado, me traíram e a humilhação foi tremenda e o pior é que não poderei me vingar..... ENTÃO ESSE É O FIM DA GUERREIRA VOLKA DE UMBRA.... LAMENTO NÃO MORRER EM BATALHA COM HONRA .....SEUS..V.ER.MES o que.... tá de manhã mas eu morri de noite..que mãos frágeis são essas, que corpo cansado e pesado.... não me lembro de ter essas roupas tão estranhas será que foi tudo um sonho....VANICA DE CALADARK desce agora você vai se atrasar pra escola.... mais que merda hein além de reencarnar no corpo de outra pessoa ainda tenho que frequentar o ensino médio
Ler maisEnquanto o período de férias trazia alívio e descanso para alguns alunos, para a cúpula da Academia o clima era de pura apreensão e desconfiança. No interior da fortaleza de ensino, aproveitando o silêncio e a ausência dos estudantes, os capitães reuniam-se em uma sala subterrânea para uma conferência altamente secreta.— Richard... Você por aqui? Que grande novidade você traz para nós hoje? — Calel provocou, um tom de ironia marcando suas palavras ao notar a presença do homem.— Não enche a minha paciência e fica na sua, Calel. Eu tenho tanto direito de estar assentado nesta mesa quanto você — Richard retrucou, cravando nele um olhar severo.— Babaca como sempre... — Régis murmurou, balançando a cabeça.— É um verdadeiro incômodo ter que presenciar isso logo cedo — Saren comentou, erguendo os braços com preguiça e bocejando.— Que horas essa reunião vai começar afinal? Eu quero voltar a dormir, andem logo — Sally exigiu, olhando ao ao redor com impaciência.— Você continua a mesma ch
Sentindo a frieza cortante pairando sobre o salão após a retirada do Rei, Asheren encarava Vanica como se ela fosse uma criatura de sete cabeças. O silêncio que se instalou entre os dois era pesado, quase sufocante. Só de vislumbrar a terrível possibilidade de não tê-la ao seu lado, de vê-la partir de volta para o Sul, o príncipe herdeiro sentia-se fraco, vulnerável e visivelmente abalado. Ele sabia que precisava fazer a pergunta que martelava impiedosamente em sua mente, mas a coragem parecia falhar.— Você deveria simplesmente externalizar o que está te incomodando tanto — Vanica proferiu com tranquilidade, levando o garfo à boca com uma elegância calculada e desviando os olhos dele para focar no prato.“Droga... Como será que ele vai reagir depois do xeque-mate que dei no pai dele?”, ela pensou, o estômago dando um nó de puro nervosismo, embora sua expressão permanecesse impecavelmente serena.— Você... Você tem total certeza sobre essa sua decisão de não querer ficar comigo? — Ash
Durante todo o trajeto de retorno ao palácio, a atmosfera no interior da carruagem permaneceu sufocante. Asheren mantinha os olhos escuros, as pupilas dilatadas em uma tonalidade lupina perigosa. Ele estava prestes a perder completamente a razão, consumido pelo ódio ao saber que sua companheira de alma havia sido machucada por um de seus próprios subordinados.— Você precisa se explicar. Por que você fugiu daquele jeito? — Asheren quebrou o silêncio, a voz descendo para um tom rouco, denso de fúria contida.— Para fugir, eu precisaria, antes de tudo, ser uma prisioneira — Vanica rebateu sem desviar os olhos da janela, fingindo admirar a arquitetura das casas de pedra do Norte para ignorar a raiva mal disfarçada que emanava do príncipe ao seu lado.Assim que o veículo parou, anunciando a chegada ao destino, ela se levantou para descer por conta própria. No entanto, Asheren moveu-se com velocidade descomunal, interceptando-a.— Você deveria ter me avisado que ia sair das terras do caste
Ao pisar nas ruas cobertas de neve logo cedo, Vanica percebeu amargamente que suas alternativas eram escassas. O subúrbio estava mergulhado em um caos generalizado, com patrulhas da guarda real marchando de um lado para o outro à sua procura. Diante de tamanha confusão, seu plano inicial de arquitetar uma rota discreta de volta para a sua terra natal, no Sul, foi abruptamente interrompido quando uma silhueta blindada cruzou seu caminho.— Ei, você! Parada aí! — um dos guardas ordenou em voz alta, avistando a jovem que caminhava apressadamente com um capuz escuro cobrindo o rosto.No milionésimo de segundo em que Vanica ponderou a hipótese de correr, o soldado avançou com velocidade lupina, interceptando-a. Com um movimento brusco, ele segurou o braço dela com força desmedida, rasgando o tecido da manga de seu casaco. O metal dourado e místico reluziu sob a luz opaca do inverno.— Você vem comigo, mocinha... — o guarda disparou de forma rude, apertando os pulsos dela até que a pressão





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