Mundo ficciónIniciar sesiónEu sou Valka rainha de Blythe onde cada ser humano tem sua própria magia e eu sou a mais poderosa do reino. entretanto fui traida, e também morta pelo meu irmão mais velho um fraco e um verdadeiro lixo pra casa de umbra,eu tinha um vida linda ou achava que tinha, depois que fui presa descobri que tudo foi armado, nem meu noivo ou amigos que achei que tinha ficaram ao meu lado, me traíram e a humilhação foi tremenda e o pior é que não poderei me vingar..... ENTÃO ESSE É O FIM DA GUERREIRA VOLKA DE UMBRA.... LAMENTO NÃO MORRER EM BATALHA COM HONRA .....SEUS..V.ER.MES o que.... tá de manhã mas eu morri de noite..que mãos frágeis são essas, que corpo cansado e pesado.... não me lembro de ter essas roupas tão estranhas será que foi tudo um sonho....VANICA DE CALADARK desce agora você vai se atrasar pra escola.... mais que merda hein além de reencarnar no corpo de outra pessoa ainda tenho que frequentar o ensino médio
Leer más— Salém!! — Clark gritou a plenos pulmões, correndo em direção ao veículo no exato instante em que as rodas pararam de girar.— Oi, meu irmãozinho! — Salém exclamou, descendo do carro com um sorriso largo e puxando o caçula para um abraço apertado, transbordando uma felicidade genuína por estar de volta ao lar.O jovem afastou-se com cuidado, virou-se para trás e abriu a porta do passageiro, estendendo a mão para que Bram pudesse descer. Assim que os pés da garota tocaram o chão do pátio, a reação de surpresa foi unânime tanto para a mãe de Salém quanto para Clark, que estacaram os passos para admirá-la.— Mãe... Esta aqui é a Bram. Ela é uma... amiga da Academia — Salém gaguejou, tentando soar casual.No milésimo de segundo em que a palavra "amiga" saiu de sua boca, o jornal dobrado de Troy atingiu o topo de sua cabeça com um estalo certeiro.— Ela é a sua companheira de alma, meu filho — Troy corrigiu em um tom alto e perfeitamente claro para que todos ouvissem, sem dar margem para
— Me desculpa por aquilo... Por favor, ignore o meu pai. Ele só está tentando arrancar qualquer informação sobre o nosso relacionamento — Asheren justificou-se, ainda visivelmente nervoso, enquanto caminhava a passos longos e firmes pelos corredores de pedra do castelo.— E o que exatamente você contou para ele antes de virmos? — Vanica perguntou com cautela, mantendo uma distância segura e acompanhando o ritmo dele.— Eu não contei absolutamente nada! Mas o meu pai é o rei... Ele deve ter feito uma investigação por conta própria ou simplesmente interrogou um dos guardas da escolta imperial.— Eu tinha me esquecido de como vocês, Lycans, são invasivos e territoriais... — Vanica deixou escapar em um sussurro quase inaudível, as memórias de sua vida passada ecoando em sua mente.Asheren estacou abruptamente. Ele virou-se para trás, semicerrando as pupilas escuras e encarando Vanica diretamente nos olhos, uma seriedade impositiva moldando suas feições.— Você... Por acaso já foi investig
Dentro do carro antigo, o silêncio era quase palpável. Salém olhava pelo retrovisor para o banco de trás, onde Bram estava sentada de forma contida, e depois para o pai, que mantinha os olhos fixos e atentos na estrada de terra. Soltando um longo suspiro, o jovem reuniu coragem e quebrou o gelo:— Pai... Como estão as coisas em casa? Todo mundo bem?— Estão todos ótimos — Troy respondeu, soltando uma risada calorosa que ecoou pelo veículo. — Seu irmão caçula já entrou naquela fase insuportável de riscar e escrever em todas as paredes da casa.— Não acredito — Salém riu, balançando a cabeça. — Acho que já passou da hora de colocarmos ele em uma escola para menores.Aproveitando a abertura, Troy desviou brevemente os olhos para o espelho retrovisor interno, focando na jovem vampira.— Então... Jovem, qual é o seu nome?— É Bram, senhor Troy — ela respondeu, a voz carregada de um nervosismo genuíno.— Ah! Então o meu filho andou falando de mim para você? Que bom saber — Troy comentou, la
Anos Atrás... no norte O chão de pedra estava úmido e congelante. O rastro do meu próprio sangue não parava de escorrer pelas correntes de ferro que prendiam meus pulsos à parede escura do calabouço. Eu já havia perdido a noção de quantos dias, meses ou anos haviam se passado naquele inferno... Mas sabia que tinha sido o tempo suficiente para o meu corpo mudar, definhar e se aproximar do limite. “Finalmente vou ter um pouco de alívio... Eu devo realmente morrer em poucos minutos”, Xion pensou, as pálpebras pesadas, quase sem vida.O som estridente das portas de ferro ecoou, deixando uma brisa leve de ar limpo invadir o ambiente fétido. No mesmo instante, a figura imponente da Luna cruzou o limiar, encarando-a com o mesmo olhar frio e ganancioso de sempre, pronta para extrair o restante da sua força vital.— Já se passaram anos... Você deve estar com o quê agora? Uns vinte e cinco anos? — a Rainha Eleonor comentou, aproximando-se a passos lentos e medidos. Ela tocou o queixo de Xion c










Último capítulo