A primeira coisa que pensei quando as luzes piscarem e o elevador deu aquele tranco horrível foi: “é assim que eu morro”.
A segunda foi: “mamá vai me matar por ter mentido que não tenho medo de lugares fechados.”
O som metálico ecoou dentro da cabine, e eu senti meu coração se teletransportar direto para a garganta. A luz de emergência acendeu, aquele tom amarelado e nada tranquilizador, e eu fiquei congelada no canto, abraçando minha sacola de marmita como se fosse um colete salva-vidas.
— Por