O ar úmido de São Paulo me envolveu como uma nuvem morna assim que atravessei as portas automáticas do aeroporto. O som dos carros, os gritos de taxistas, o cheiro de gasolina e pão de queijo fresco se misturavam num turbilhão caótico que parecia gritar: bem-vinda ao Brasil, Serena.
Depois de doze horas de voo, eu me sentia um borrão de cansaço, empolgação e saudade. Segurei com força a alça da mochila, meu amuleto de coragem, e procurei por um rosto familiar. Foi então que vi — pequena, enérgi