O ar condicionado do hospital zumbia como um inseto insistente. Giulia dormia, seu rosto iluminado pelo brilho pálido do monitor cardíaco, que desenhava linhas verdes e serenas em seu ritmo. Eu me perguntava se ela sonhava. Se, em algum lugar naquela cabeça pequena, ainda havia espaço para sonhos que não fossem febre e névoas de medicamentos.
Isabella se esticou na poltrona ao lado da cama, os ossos do pescoço estalando baixo. Ela não reclamou. Nunca reclamava. Mas eu vi a sombra de cansaço nos