Depois..
Narrado por Gregório
O corpo dela ainda tremia levemente sob o meu. A testa encostada na minha, os olhos fechados, a respiração tentando encontrar o ritmo certo. Eu passei a mão pelas costas dela, acariciando devagar, como quem pede desculpa pela intensidade, mas sem arrependimento nenhum.
Gregório: Ainda tá viva?
Ava: Sobrevivendo por milagre. Ou por insistência tua.
Dei um sorriso contra o pescoço dela e mordi de leve, só de provocação.
Gregório: Vai culpar o pai do seu filho agora? Ingrata…