O amanhecer em Valdívia era cinzento e frio. O hospital, iluminado por lâmpadas frias, parecia um abrigo frágil diante da tempestade que se formava lá fora — e dentro do coração de Isabel.
Ela não havia dormido. Continuava sentada ao lado de Gabriel, observando o ritmo lento do monitor cardíaco. Cada bip era um lembrete de que ele ainda estava ali, lutando, respirando, voltando.
Do outro lado da porta, Clara conversava com dois policiais locais, tentando explicar o que sabia sem revelar mais do