O relógio da parede parecia zombar dela. Os ponteiros avançavam com lentidão excruciante para a noite, enquanto Samanta sentia cada segundo reverberar sob a pele como uma corrente elétrica. Quando o ponteiro bateu às nove horas, ela respirou fundo, estava a poucas horas de nascer como uma nova mulher, em sua estreia na Masmorra Diè, como a Pérola Negra.
Lentamente, começou a se maquiar. A base suave, contorno discreto, e, por fim, os olhos. Com um pincel fino, estendeu a sombra preta fosca por