Um mês depois...
Alberto
O cheiro de pipoca doce envolvia o ambiente com o aconchego típico dos fins de tarde preguiçosos. A lareira crepitava suavemente, lançando sombras dançantes sobre as paredes da sala de estar, e o som de uma comédia romântica antiga preenchia o fundo com trilhas leves e risadinhas sincronizadas de personagens que fingiam estar embriagados de amor.
Alberto estava deitado no grosso tapete de lã da sala da casa deles, com Samanta aninhada contra o peito dele, envolta em um