Sam
O calor que envolvia Samanta sob o cobertor grosso parecia ser feito mais do amor de Alberto do que das fibras do tecido. A lareira crepitava, e a televisão ainda exibia as últimas cenas do filme romântico, agora irrelevante diante do que se passava entre eles.
Ela estava em seu colo, as pernas envoltas na cintura dele, o corpo entrelaçado no dele como se quisesse fundir-se à sua pele. As mãos de Alberto repousavam em sua barriga, como se o toque pudesse protegê-la de tudo.
Mas por trás da