Samanta
O final de semana se aproximava como uma tempestade incerta e inevitável, avassaladora e carregada de uma eletricidade que Samanta sentia pulsar sob sua pele.
A ansiedade crescia a cada batida do relógio, a cada ensaio mental, a cada toque de tecido sobre sua pele. Ela ia se apresentar pela primeira vez na Masmorra como Pérola Negra, e mesmo que fosse um pseudônimo, uma fantasia, uma máscara… ela sabia que, no fundo, seria uma revelação íntima de si mesma. Uma metamorfose que acontece