Elara
A cada passo que dava de volta à vila, sentia o coração pulsar com força, como se tentasse me lembrar de que eu ainda era humana — ao menos em parte. Quando avistei Maeve em frente a minha casa, o alívio veio como um sopro. A expressão serena dela me atingiu como uma lâmina — um contraste cruel com o caos que vivia dentro de mim.
— Elara? — ela ergueu os olhos, surpresa. — O que aconteceu com você? Está pálida... parece que viu um fantasma.
“Eu sou o fantasma”, pensei. Mas apenas balancei