Adrian
Já era noite quando adentramos no bosque e noite parecia respirar comigo.
O bosque se estendia à nossa frente como um corredor antigo, moldado por raízes e galhos retorcidos. A lua cheia se infiltrava entre as copas das árvores, derramando sobre nós um brilho prateado que transformava tudo em algo quase sagrado. O vento carregava o aroma de terra úmida, de flores selvagens, e o eco distante de criaturas noturnas. Mas havia algo mais ali, algo que vibrava em cada folha, em cada sopro. A f