(POV Selene)
A escuridão não era silêncio.
Era voz.
O selo queimava no meu pulso, luz prateada que se transformava em círculos ao meu redor. Três círculos. Três forças.
E então vieram as palavras, não como som, mas como verdade gravada no meu sangue:
“Pedra.”
“Fogo.”
“Veneno.”
Cada uma dessas palavras latejou no selo, como batida de tambor. E então, juntas, a sentença final:
“Quanto mais deles, mais de você.
Você não é só carne.
É lua.”
A lua surgiu acima de mim, imensa, vermelha, sangrando. Qu